Em um discurso marcado por críticas ao governo federal e pela apresentação de propostas para um eventual mandato presidencial a partir de 2027, o político defendeu um modelo de gestão baseado na modernização da máquina pública, no uso da inteligência artificial, no fortalecimento da segurança pública e em medidas voltadas ao crescimento econômico e à geração de empregos.
Durante a fala, o pré-candidato afirmou que pretende inaugurar um novo ciclo político no país, prometendo uma administração voltada para a conciliação institucional, o respeito às leis e à Constituição Federal.
“A era do ódio vai acabar a partir do ano de 2027. Vamos fazer um governo olhando para frente, sem perseguições, respeitando a lei e a Constituição”, declarou.
Na avaliação do político, o país precisa superar o atual cenário de polarização e construir uma gestão focada em resultados e eficiência administrativa.
Inteligência artificial no Sistema Único de Saúde
Um dos principais pontos apresentados foi a ampliação do uso da inteligência artificial (IA) no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ele, a tecnologia poderá acelerar diagnósticos médicos, otimizar atendimentos básicos e contribuir para a redução das filas de espera por consultas e exames.
O discurso também defendeu a aplicação da IA na gestão pública, como ferramenta para aumentar a eficiência administrativa e reduzir desperdícios.
De acordo com a proposta, tecnologias de análise de dados poderiam auxiliar governos municipais, estaduais e federal na tomada de decisões, planejamento de políticas públicas e controle de gastos.
Críticas à política econômica
Outro eixo do pronunciamento foi a economia. O político criticou a condução das contas públicas pelo governo federal, afirmando que há aumento dos gastos públicos e crescimento da carga tributária.
Segundo ele, a população enfrenta dificuldades diante do elevado endividamento das famílias e dos juros considerados altos para renegociação de débitos.
O discurso também questionou os programas de renegociação de dívidas implementados pelo governo federal, argumentando que os recursos destinados seriam insuficientes diante do volume total de débitos existentes no país.
Objetivo é reduzir dependência do Estado
Ao abordar sua visão de governo, o político afirmou que pretende criar condições para que a população dependa cada vez menos de programas governamentais.
Segundo ele, o foco seria estimular a geração de empregos, o aumento da renda, a melhoria da qualidade da educação e o fortalecimento da segurança pública.
“Meu grande sonho é fazer com que os brasileiros fiquem cada vez menos dependentes do governo e mais capazes de caminhar com as próprias pernas”, afirmou.


